O que esperar de 2017? O ano da busca pelo Equilíbrio e a Compreensão

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O ano da busca pelo Equilíbrio, Dinheiro e Sucesso

Afinal o que esperar de 2017 com base em estudos e referencias, mas antes de dizer qualquer coisa ou rotular o assunto saiba que é preciso acreditar e ter mais gratidão, neste ano que esta por vir.

EU quero deixar claro que não estou aqui para agradar a todos.

Mas agradeço aqueles que estão lendo e digo aproveite bem o seu tempo, ele vai ser a sua coisa mais valiosa esse ano.

A palavra do Ano é a “VONTADE” pois neste ano se você não fizer, alguém fará por você. As pessoas estarão mais suscetíveis ao Anarquismo, o povo falará muito mais alto e principalmente alguns “Tabus” serão quebrados, enfim 2017 será um ano renovador e esclarecedor, será um ano-chave para evolução humana. Mas também pode ser o inicio de muitas tribulações e o grito dos humanos.

A Cor de 2017 é o Verde e O clima de 2017 será ameno. E apesar de todos os Sinais tenho certeza que esse ano teremos paz.

E lembre-se: por mais que uma tendência seja forte, é você que deve agir para amenizá-la ou concretizar o que deseja. O futuro está escrito dentro de você.

Agora veja abaixo o que esperar de 2017 em alguns pontos:

Nos Astros

Nós começamos este ano com Júpiter, o Grande Benéfico, em oposição a Urano, o que dará grande liberdade de ação, o clima promete ser agitado, especialmente no plano dos relacionamentos.

O trânsito de Plutão em Capricórnio formará uma quadratura com Júpiter e colocar no ar um período de reformas e reestruturações no plano coletivo, o que vai levar a uma ligação mais aberta entre os homens e as mulheres. Os valores essenciais de fraternidade encontrarão ecos positivos na evolução das estruturas de nossa sociedade.

Em 2017 você encontrará as principais tendências para seu signo solar e ascendente ao longo de todo o ano. Vale reforçar que as previsões são baseadas nos trânsitos mais significativos dos planetas. Uma análise mais completa envolve muitos outros aspectos do e pode ser feita por meio da consulta com um astrólogo.

Além disso, as previsões feitas para os signos solares estão divididas por decanato. Para saber em qual período nasceu, você encontrará uma indicação em cada signo. Mas esses dados podem sofrer leves variações anualmente. Portanto, caso tenha nascido no dia que um decanato inicia ou termina, é importante consultar um profissional para tirar a dúvida.

Saber as tendências do que está por vir e como deve ser sua atitude frente às dificuldades e oportunidades é o melhor caminho para o sucesso.

Futuro está pra começar pois as pessoas estão estudando, indo atrás de visões diferentes e abrindo os olhos. Pra quem gostas de ser enganado e procura sempre mais conhecimento, de assuntos estranhos, procure também saber o que é o Projeto Blue Beam eu sugiro esse video. Alguns especialista estão estudando aos fatos, devido ao ocorrido na China de ter aparecido uma cidade flutuante, e a imagem de Deus estranho no céu da Russia. Mas não passa do Efeito fada morgana, pareidolia é o termo técnico utilizado cientificamente.

Na Religião Cristã

Eu tenho certeza com base em estudos, Jesus de acordo com a ordem da bíblia ele ainda não ira voltar, e Deus vai chorar mais ainda esse ano, por medo de algumas coias que estão por vir. Haverá muitas tribulações por querer para marcar pessoas, e não é aquelas que não acreditam e sim as que estão se fingindo de ovelha. Quem quiser que leia Daniel 7:25 e tire suas conclusões, não sou exemplo para falar mas tudo indica que haverá tribulações de 3 anos e meio, e depois haverá mais ainda mas por meio da revolta de Deus.

Enquanto tem pessoas la de boa, ou enganando, tem também os que seguem ao pé da letra e estão se preparando para o que há de vir, é preciso olhar os sinais. Mas eu pergunto como se as pessoas não consegue promover a paz, pra quem não viu a respeito procura sobre a nova arma da Russia a Satã 2.

O papa disse em reportagem que provavelmente em 2017 ele ira abdicar seu cargo. Pra quem gosta dos sinais sabe que o próximo papa ira ajudar por querer ou sem querer o próximo ou alguém ao anti-cristo.

Segunda a igreja Católica existe uma tradição, onde desastres acontecem quando o sangue de São Januário não se liquefaz em Reliquia.

E o Milagre deles de 627 anos não se repete e prenuncia catástrofe para 2017. Inclusive aconteceu diante do próprio olhos do papa Francisco. E todas as vezes que esse milagre não aconteceu, foi o anúncio de um preságio, um preságio negativo ou seja vai acontecer alguma coisa ruim, houve epidemia e cólera quando esse milagre não aconteceu e houve a segunda guerra mundial quando esse milagre não aconteceu.

E Jesus disse conforme a Bíblia que nos finais dos tempos ele ira usar até as pedras, diz em Lucas 19:39,40

Na Politica

Em dezembro de 2015, poucos esperavam que Donald Trump seria o presidente eleito dos Estados Unidos. Ou que a presidente Dilma Rousseff sofreria um impeachment. Ou que os eleitores do Reino Unido escolheriam sair da União Europeia. Com tantas mudanças e muitas questões ainda em aberto, entraremos em 2017 em um cenário bastante incerto.

Para Daniel Franklin, editor da edição O Mundo em 2017, da revista The Economist, 2016 serviu como uma lição de que precisamos levar a sério mesmo as possibilidades improváveis. “Realmente parece um mundo diferente em muitos aspectos. Todos esses eventos eram possibilidades há um ano, mas nenhum parecia o resultado mais provável”, diz. “Então, se você disser que há 30% de chance de um evento disruptivo ocorrer — digamos, a eleição de Marine Le Pen como presidente da França — não há razão para relaxar só porque há 70% de probabilidade de que isso não vá acontecer”.

“Com certeza entramos em 2017 com mais incertezas. Os grandes problemas de 2016 ainda estão em aberto e vão continuar no próximo ano”, afirma o cientista político Maurício Santoro, professor de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). “Ainda não sabemos o que Trump vai fazer ao assumir a presidência dos Estados Unidos, em 20 de janeiro. Também temos que esperar para ver como o Reino Unido vai processar sua saída da União Europeia, e ainda temos uma crise política e a recessão econômica no Brasil. Tudo isso não está resolvido”.

No Brasil, a crise ainda não acabou

No Brasil, o cenário econômico deve melhorar, mas a recuperação ainda é tímida. Segundo o mais recente boletim Focus, divulgado pelo Banco Central em 26 de dezembro, a expectativa para o PIB em 2017 é de crescimento moderado de 0,50% — foi a décima semana em que a revisão foi ajustada para baixo. A produção industrial do país deve ter uma leve alta de 0,88%.

Já no campo da política as expectativas ainda são de turbulência. O governo de Michel Temer, que ocupa a presidência desde maio, conseguiu aprovar no Congresso a proposta de limitar os gastos públicos por 20 anos. No entanto, para garantir que será possível cumprir a regra estipulada, é necessário aprovar a reforma da Previdência. Os gastos com o setor crescem a cada ano, e especialistas afirmam que, se nada for feito, o orçamento com a aposentadoria tomaria uma fatia cada vez maior do total de gastos — obrigando um corte quase impossível em outras áreas.

No entanto, a reforma da Previdência pode ser ainda mais polêmica que o limite de gastos, porque a população percebe mais concretamente os efeitos que as mudanças trarão em suas vidas. Segundo a proposta do governo, os trabalhadores precisarão contribuir por 49 anos para ter direito ao valor integral da aposentadoria.

Além disso, no fim do ano, o governo do presidente Michel Temer sofreu uma derrota no Congresso ao ver a Câmara aprovar o projeto de renegociação de dívida com estados, mas sem as contrapartidas esperadas.

No campo político, o presidente enfrenta ainda o processo de cassação da chapa Dilma-Temer, que corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No Congresso, a oposição fala também em propor uma PEC para a convocação de eleições presidenciais antes de 2018. Há ainda preocupações sobre o que a operação Lava Jato trará de informações sobre o Temer, seus ministros e os parlamentares.

O Ano da Revolução

Para Daniel Franklin, da The Economist, “a revolução estará no ar em 2017”, por três motivos. Em primeiro lugar, ele aponta que vários aniversários de revoluções importantes caem, coincidentemente, em 2017: o centenário da revolução bolchevique na Rússia, o 500º aniversário das 95 teses de Martinho Lutero, que deu início à reforma protestante, os 150 anos da publicação de O Capital, de Karl Marx, e o 50º aniversário da morte de Che Guevara. Tudo isso formará um pano de fundo adequado ao segundo elemento revolucionário.

Além disso, afirma Franklin, “será o ano em que começaremos a ver as consequências dos votos de rebeldia que aconteceram em 2016, em particular, o Brexit e a eleição de Donald Trump”. No caso do Brexit, mesmo que a votação tenha acontecido no primeiro semestre do ano, nada, exceto muito debate, foi feito para dar efeito à decisão. No próximo ano, quando o Reino Unido deve notificar formalmente a União Europeia sobre sua intenção de deixar o grupo, que o complicado processo irá, de fato, começar. “Enquanto isso, na América, quando Donald Trump tomar posse como 45º presidente, em janeiro, o mundo inteiro estará acompanhando e se perguntando o que vai realmente mudar com o resultado das eleições”.

Em terceiro lugar, 2017 será um ano com importantes eleições, principalmente na Europa, que vão testar se a rebelião vai continuar. Holandeses, franceses e alemães vão às urnas no próximo ano, e a Itália pode ter o pleito antecipado. “Em todas essas eleições, existe uma possibilidade de que os eleitores irritados levem a resultados que mudem o cenário político. Isso fará com que o ano seja de ansiedade para o futuro da Europa”, diz Franklin.

O editor ressalta, também, que 2017 será um ano de incerteza. “O Brexit significa anos de incerteza. A presidência de Trump não vai ser convencional e é provável que todo mundo continue se perguntando o que está por vir”.

Trump traz incertezas aos EUA e ao mundo

Passada a surpresa da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, resta agora esperar para ver qual será a postura do empresário à frente da maior economia do mundo. “Pelos secretários que ele nomeou até agora, que foram dirigentes de grandes empresas ou militares, parece um gabinete diferente do que tem sido o padrão. Não há o perfil tecnocrático do governo Obama, que tem sido o padrão desde o governo Kennedy”, afirma Maurício Santoro, da UERJ.

“A relação umbilical de Trump com grandes empresas é muito fora da linha”, diz o cientista político, citando que o principal cargo, de secretário de Estado, foi preenchido pelo CEO da Exxon, Rex Tillerson, uma das maiores companhias de petróleo do mundo. A escolha de Tillerson dá mais uma indicação. Ele é apontado como o secretário de Estado com melhor relacionamento com Putin e com a Rússia, por causa dos investimentos da Exxon no país. “Isso pode indicar uma reaproximação, um movimento no sentido de que pelo menos um reconheça a zona de influência do outro”, afirma Santoro.

Para o comércio exterior, o presidente eleito já anunciou que não vai ratificar o Acordo de Parceria Transpacífica (TPP). “É um anúncio importante para todo o comércio internacional. O acordo era o principal pilar de política externa dos Estados Unidos na Ásia, em uma tentativa de conter o expansionismo chinês”, diz o cientista político.

China tenta ganhar espaço na Ásia

“Relações geopolíticas importantes — entre os EUA e a Rússia, por exemplo, ou entre os EUA e China — parecem mais fluidas. E a possibilidade de mudanças radicais em outros lugares também está sendo levada a sério”, diz Franklin, da The Economist.

A China deve continuar crescendo e expandindo sua influência. “O que estamos vendo por parte da China é um esforço para preencher o vácuo da liderança americana”, afirma Santoro, da UERJ. “A economia chinesa dá sinais amarelos, com a queda do crescimento e o aumento do nível de endividamento doméstico, mas, politicamente, o cenário é muito favorável ao país”.

Com um programa de investimentos na Ásia e na África e a criação do Banco Asiático e do Banco dos Brics, o país expande sua influência na região. Por causa da retirada dos Estados Unidos do TPP, os chineses devem ter ainda mais espaço para avançar ao longo de 2017.

Turbulências na América Latina

O cenário também não é nada calmo na América Latina. “A Venezuela não está mais vivendo uma crise. Chegamos a um ponto de catástrofe humanitária. Há impacto para o Brasil e para a Colômbia por causa da quantidade de venezuelanos querendo sair do país”, afirma Santoro. “Não existe solução simples para o caos que está a Venezuela atualmente. É algo pior que a hiperinflação no Brasil e na Argentina no fim dos anos 80 e o começo dos anos 90”.

Além da questão dos venezuelanos que viajam em direção à Colômbia e ao Brasil, Santoro lembra que a Venezuela é um mercado importante para os países vizinhos, e o colapso de sua economia tem consequências também econômicas aos países que integram o Mercosul.

“Enquanto isso, o cenário nos outros países do Mercosul e da Unasul também é tão complexo que esses órgãos perderam a capacidade de tentar amenizar a crise venezuelana. A Venezuela foi deixada a seu próprio critério, e a situação veio se deteriorando ao longo de 2016”, afirma Santoro.

Somado a isso, o Brasil, detentor do maior PIB da região, viu sua economia encolher quase 8,5% desde o fim de 2014, e mesmo as análises mais otimistas apontam para um pequeno crescimento em 2017. Com a instabilidade política no Brasil, a situação fica ainda mais complexa. “Se estivesse mais estável, o país poderia desempenhar outro tipo de papel na Venezuela, mas atualmente é difícil olhar para as questões externas”, diz Santoro.

No campo político, a revista The Economist destaca que a esquerda continua perdendo campo na América Latina. “Uma das razões para a mudança no clima político foi a estagnação econômica que se seguiu ao super ciclo de alta nas commodities”, afirma a revista. “Após seis anos consecutivos de desaceleração econômica, em 2017 a América Latina deve ver uma recuperação tímida. E essa recuperação depende do Brasil e da Argentina”.

 

Minhas Palavras, faça sempre um bom combate

Então galera destilada na minha humilde opinião o ano passará como o vento, rápido como uma flecha ou um raio, será um ano de novas descobertas, novas descobertas, novas curas, novos planos, faça aquilo que te de alegria, estude, compre seu carro, mas acima de tudo isso de valor as coisa que realmente importam o amor, sua família, seu conhecimento, aproveite cada dia o seu mal e o seu bem também, e digo mais não julgue e não aponte o dedo, se você fizer isso quem perde é você, afinal quem é você para julgar o seu próximo. Estou muito contente com os resultados do blog destilamente vejo o pessoal retornando e indicando o amigos, obrigado a todos de coração, que vocês tenham um ano próspero e de abundancia, afinal o presente sim é uma dadiva, um ano de conquistas para vocês ame, perdoe, erre sem medo, mas pelo menos tente, não quero ser clichê mas acredito em vocês, viva como se não houvesse amanha, viva a verdade. Amo vocês desculpa qualquer erro ou palavra mal utilizada, um beijo, um abraço e um ótimo 2017 para todos nós.

 

 

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