YouTube tira do ar anúncio de “A Freira” por violação de política de conteúdo

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Espécie de pegadinha com jumpscare, vídeo gerou polêmica nas redes sociais por ser perigoso a pessoas de maior sensibilidade

O meliante, no caso, é o vídeo abaixo, um comercial preparado especialmente pela equipe de marketing para as plataformas online e – especialmente – para a publicidade da plataforma inserida no início de seus conteúdos. A peça é simples e lembra aquelas pegadinhas do começo da internet, mostrando o display de som se mexendo sozinho antes que a freira maldita do filme pule na frente da câmera dando um grito pra lá de assustador.

Se por um lado o comercial não deixa de ser uma estratégia de divulgação criativa mesmo apelando para o tipo de jumpscare mais básico do mundo, ele também acaba sendo perigoso por estar inserido em um tipo de espaço muito acessível a qualquer tipo de público, e aí que o tiro sai pela culatra.

No Twitter, um tweet do usuário @bbydvas alertando as pessoas com maiores sensibilidades e problemas de saúde (incluindo gente que sofre de quadros de ansiedade) sobre o vídeo acabou bombando na rede, agremiando quase 150 mil likes e mais de 130 mil retuítes. Poucas horas depois, o YouTube respondeu afirmando que tiraria o conteúdo do ar por violar suas políticas de conteúdo chocante em anúncios.

De acordo com este segmento do manual da plataforma, o YouTube evita “ofender ou chocar usuários com publicidade, sites ou aplicativos que são inapropriados” para sua rede, o que inclui (entre outros) imagens violentas que podem perturbar seu público e promoções que “muito provavelmente podem assustar”. Para o azar da peça – que depois foi republicada com um aviso no início – estes dois elementos se enquadram em sua proposta.

Dirigido por Corin Hardy e estrelado por Taissa Farmiga, “A Freira” estreia nos cinemas brasileiros no dia 6 de setembro.

 

 

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